ôÔÔô… O carnaval não acabou!

O pau está comendo no Oriente médio! E não falo isso com duplo sentido, não tem nada de gostosinho no que está acontecendo na Síria! Se é verdade o que os especialistas dizem sobre Assad permanecer mais 6 meses no governo, os civis da Síria estão literalmente ferrados. Aliás, não vai sobrar país pra governar. No Egito os faraós devem estar se debatendo nas tumbas diante de tanta insubordinação da plebe. Líbano em cima do muro, afinal tomar lados é um grande impasse e geralmente o dedo é podre e as escolhas também e, não vou nem entrar em Israel, porque a bagaça já está de bom tamanho.

No nosso maravilhoso e pseudo oásis político: Brasil, o povo está mais preocupado com o dinheiro que gastou na compra do abadá do que com as reinvindicações gerais. O salário da galera que salva sua vida e protege a sua cidade que se dane. É Carnaval minha gente! Deixa os caras continuarem ganhando mal – não é o que a maioria pensa? Eu não concordo muito afinal, eu não nunca, jamais em tempo algum me meteria em um incêndio ou enfrentaria um marginal por um singelo piso salarial que flutua no valor de 1,100 reais! E você? Encarava? Daí se o caras fazem treta e tiram por fora, viram judas em sábado de aleluia. Vamos malhar! Polícia não presta, não é mesmo? Também ganhando essa merreca, vocês queriam o que? A SWAT? Mas pra que pensar nisso? É Carnaval!

Se a nova ministra de políticas para as mulheres é feminista e vai ter que segurar a boca sobre o assunto aborto, que se dane. Afinal de contas, ser feminista é uma coisa, seguir ordens do governo outra. A mulherada que continue morrendo em abortos clandestinos. Se o corpo da mulher, nesse momento de sua vida, é do governo, então deve ser sempre. De hoje em diante vou mandar a conta da manicure para Brasília, a mão não é minha é deles. Fala sério! Mas é Carnaval! E mesmo que eu diga: DE-SA-PE-GA do Carnaval! Ninguém vai fazer isso, certo?

Todo mundo está preocupado com a festa, o tri elétrico, o feriado prolongado, a cerveja que vão tomar, o churrasco cheio de gordura que vai entupir as veias, a pegação que os festejos de Momo propiciam e o resto que se dane! E o que me irrita é que dá muito bem para pagar os caras e ter Carnaval com segurança e gente mais feliz trabalhando e mais disposta a ser um bom profissional. É só alguém deixar de desviar uma verba, é só a politicada não ter aumento ou verba extra para acupuntura, é só usar o imposto que eu pago para o que realmente é devido. Gente! 3,500 reais é bem justo para a função de policial. Aliás, segurança, educação e saúde deviam ser as prioridades e não a ˆ%$#@ do Carnaval!

É isso.
Se joguem que a vida é curta.

Agradecida

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Como se livrar da TPM!

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Mulher Traída

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Mulheres Ricas? Ai! Que absurdo!

Colegas, amigas e companheiras de luta a estréia ontem do programa Mulheres ricas na emissora do esporte, causou o maior bafafá! É babado gente. Muitos criticaram: que absurdo – tanta gente passando fome no mundo – um país cheio de analfabetos – crise na Europa e essa mulherada usando nota de $ 100 como guardanapo! O que é isso?

Na boa minha queridas, não vamos ser hipócritas, todo mundo gosta de um agrado e um luxo. Se fossem um bando de homens ricos mostrando os carros, jatos, iates e promovendo festas Bunga Bunga, será que o bafafá seria o mesmo?

Políticos roubam descaradamente todos os dias, Celebridades esbanjam sempre que podem e ninguém fica escandalizado. O escandâlo aqui é a exposição a que as fofoletas se propuseram a encarar. É pedir para ser achicalhada ou sequestrada. Ou seja, tem que ter coragem, falta de noção ou um grande senso de oportunidade para entrar nessa.

Se estão todos achando que elas são fúteis e vazias, eu cá já acho que de burras elas não têm nada. Este tipo de programa, justamente por sua falta de conteúdo profundo, mas carregado de energia voyeur é um prato cheio para uma população que está indo para o décimo segundo BBB, ama Pânico sem falar nos outros programas cuja qualidade também é duvidosa.

Na boa quem vê a casa mais famosa do Brasil, vai acabar vendo a casa mais rica também. Televisão aberta é fábrica de salsicha, minha amigas. Você quer cultura? Existem outras opções. Mulheres ricas tem cara de bolsa Hermès, mas é sacolinha da Renner. Ai! Que delícia! E quanto mais se fala mal do programa, mais se fala e mais se promove a audiência das fofoletas. O comercial da emissora deve estar muito feliz e preparando a segunda temporada.

Afinal, mulher hoje em dia é um grande negócio. Ou vocês acham que esse programa surgiu por crença artística? Consumimos mais do que a renda do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China pra quem não sabe), minhas amigas. E é claro, que o universo capitalista quer que consumamos mais. Em termo mercadológicos, mulher sempre foi ou produto ou consumidora em potencial, mesmo na época em que o dinheiro era do marido. O poder de influenciar sempre foi levado em conta. Então, Mulheres ricas pode ser “obsceno”, mas vende! E qual mulher nunca fez shopping terapia?

Então, não se assustem se daqui a umas semanas vocês depararem com clones das ricas. Por isso eu aconselho: desapega da clonagem! Vejam pra se divertir ou ignorem.

Devo confessar que mesmo não concordando com as verdades das amigas finas, ou da proposta conceitual da atração, minha alma feminista fica feliz por um único motivo: Adoro a idéia de um programa cujo nome é Mulheres ricas!

Só espero que elas entendam o X da questão e não fiquem de bobas da corte.

É isso.
Se joguem que a vida é curta.
Agradecida.

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Eles só pensam naquilo!

Recentemente um fato me chamou mais do atenção, me indignou, o caso da menina Naama Margolese. Moradora da cidade de Beit Shemesh, judia religiosa, com 8 aninhos de idade e estudante de uma escola também religiosa – ela foi atacada por Haredins (judeus ultraortodoxos – conhecidos como puristas do judaísmo) por estar vestida de maneira imodesta.

Pra quem não sabe o judeu religioso, como alguns fiéis de outras religiões, é recatado e cobre braços e pernas, logo essa criança se veste com mangas compridas e saias igualmente compridas. Logo, ainda não entendi o que há de imodesto na roupa dela. Esse caso parou Israel e virou motivo de protesto o que me deixa mais aliviada. Só que o revide da população local, não elimina este tipo de comportamento, que aliás, não é privilégio dos judeus ou muçulmanos é um preconceito e radicalismo doentio de qualquer ser humano que abrace uma religião de forma fundamentalista.

Minha queridas amigas, colegas e companheiras de luta por que será que o corpo feminino é um tema tão importante para os ultra religiosos? Homens enfiam a cara em peitos desde recém nascidos, não deveriam achar isso a coisa mais natural do mundo? Bunda todo mundo tem uma e se você não é homem, claro que tem vagina e não pênis. O que isso tem demais? Corpo é corpo. A maldade não está numa perna ou colo e sim na sua cabeça.

Por isso não entendo mesmo os extremistas de qualquer religião. Eles não deveriam ser pessoas mais espiritualizadas? Como podem ficar descontrolados por um calcanhar? Que tipo de controle eles têm? Nenhum? E religiosidade? Me parece que eles vivem com tanto medo de pensar no pecado que acabam pensando pecaminosamente o tempo todo, porque só um pessoa que está com a transgressão na cabeça pode olhar para a menina da foto acima e, achar que ela está indecente e insinuante. Fato que, além de tudo, beira na pedofilia, porque uma criança não deveria sucitar este tipo de pensamento em homens adultos. Aliás, o religioso, a priori, deveria buscar o auto conhecimento. Evitar situações de pecado é uma coisa; agredir, dissociar e segregar é outra.

Vejam, que o desejo de aprisionar o corpo feminino numa tentativa de controlar o seu próprio corpo não é novidade na ala masculina fundamentalista. O que essas criaturas não entendem é que o maior e mais provocante orgão sexual é o cerébro. Quanto mais se cobre e mais se proíbe a existência plena do corpo mais damos espaços para as fantasias e perversões da alma. O desconhecido ou vetado ganha um peso e um poder que originalmente não tem. Se torna não só motivo de desejo e especulação como se torna a influência maléfica, o disparador do pecado e o culpado pela “fraqueza” cometida. Novamente é só corpo.

Eu acho que os fofoletos em questão deveriam desapegar do corpinho feminino e suas possíveis e “terríveis” consequências (Socorro!) e começar a pensar em Deus de verdade. Aliás, o Todo Poderoso nos criou nus. Roupa é invenção nossa!

É isso. Se joguem que a vida é curta.

Agradecida.

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Tapa no bofe!

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Amor Eterno?

Amor eterno…

Amigas, colegas e companheiras de luta vamos refletir sobre o amor eterno?

Se nem o nosso corpinho hidratado é eterno, porque o amor que temos ou que recebemos de um bofe tem que ser? Por que temos esse desejo de eternizar os momentos e as situações? Que apego é esse? Que necessidade absoluta é essa de ter certeza do afeto de alguém? Lamento informar, mas não existe tal coisa como: ”Felizes para sempre”. Esse pensamento é muito raso e demodê.

Não vou mandar a frase clichê, mas lindíssima do poeta: que seja eterno enquanto dure, por que nada é eterno. Nada! O que acontece é que, às vezes, temos momentos tão maravilhosos em nossas vidas que o nosso desejo seria de que aquela sensação durasse para sempre. Só que não dura. Momento eterno é fotografia! Se existe algo próximo do eterno é a lembrança inspiradora de um momento de real plenitude.

Veja que somos seres mutantes em perpétua transformação. Sendo assim, nossos relacionamentos também estão em trânsito. O amor devia ser intenso enquanto durasse, devia fazer de nós pessoas melhores enquanto durasse (claro, se o bofe não vem pra agregar: DE.SA.PE.GA!), e mudasse com a gente enquanto durasse.

Eu entendo que a sensação do enamoramento é arrebatadora! Nada como olhar para um homem e sentir o coração acelerar, o ar faltar, as pernas tremerem, a boca secar, as palavras se misturarem, nada como ter uma crise de síndrome do pânico por amor! É uma delícia, eu sei! Mas esse estopim é o começo, sentimento se transforma, não dá pra congelar um estágio. Amor nasce, cresce, corre, brinca de pique-esconde, cai de paraquédas, vira porto seguro, morre, incorpora em médium para dar oi e renasce.

Ser uma criatura mutante e querer cristalizar um sentimento deixando-o imutável – não tem lógica! A não ser que você queira ir para a casa do capeta com o bofe, tal qual Francesca e Paolo no inferno de Dante (É babado! Eles eram cunhados e amantes, foram mortos pelo marido da fofa e acabaram indo para o círculo da luxúria – grudadinhos para toda eternidade), a não ser que você queria isso, eu aconselho: DE.SA.PE.GA! Desapega dessa coisa de amor eterno/metade da laranja/tampa da panela. Não há nada mais efêmero do que o eterno e nada mais eterno do que o efêmero. O que se repete em nossa vida e que dá colorido à ela é, justamente, a inconstância em que vivemos.

Minhas amigas, colegas e companheiras de luta, que o amor, na vida de vocês, não seja eterno nem enquanto dure, que apenas seja… E vai por mim que só o seja já está de bom tamanho!

Se joguem porque a vida é curta.

Agradecida

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Inveja do Pênis

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S.O.S – Como prender um homem?

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Twitter líquido!

Seguir ou não seguir o piu piu azul…

No último post eu falei sobre TED – transtorno de expressão desprezada. Devido a isso fui surpreendida pelo comentário super interessante de uma amiga, colega e companheira de luta, a super mega ultra Letícia (excluo o sobrenome pra preservação da intimidade da poderosa) que me disse sofrer de TET.

E o que vem a ser isso?

Segundo a amiga e colega, TET é o transtorno de exclusão tecnológica, o que significa não saber cutucar, dar likes ou compartilhar conteúdos dos amigos em redes sociais. Se somos seres carnais, dotados de imaginação, particularidades únicas e plenos de emoções básicas que nos unem, como entender o TET? Vejam, que o tecnológico deveria ser uma ferramenta para ajudar nossos corpinhos a se relacionar com outros corpinhos e não um pré-requisito para as relações interpessoais. Só que em nossa sociedade pós-moderna o é. E por isso, não saber usar uma determinada tecnologia pode fazer com que nos sintamos excluídos dos círculos de amizade, justamente por não conseguirmos interagir com as ferramentas em voga.

Na boa, desde quando uma ferramenta pode impedir o progresso de um mecanismo? Quando a ferramenta se torna o mecanismo minha queridas amigas, colegas e companheiras de luta!

Antes da nossa glamurosa Era pós-moderna, dizem as más línguas que, o indivíduo era… Bem não tinha esse papo de indivíduo, né? O povo estava cada um no seu quadrado social e no seu lugarzinho na cadeia alimentar da existência em comunidade: pobre era pobre, rico/rico, clero/clero, realeza/realeza. Pode parecer piada, mas era um status quo globalizadíssimo.

Daí veio a era moderna, a que nos antecede, e trouxe a bagaça do individualismo com ela. O que foi uma loucurinha do bem, afinal, cada um é cada um e como aquele tesudo do Locke já dizia: todo mundo tem uma mesmice particular e eterna. Só que no nosso mundinho pós-moderno/século XXI as ferramentas de expressão estão se padronizando, é um work in progress, afinal o hit de hoje pode muito bem ser obsoleto amanhã. E se por um lado os limites do quadrado social viraram purpurina, na padronização da expressão, o que está ficando standard é a forma.

Se antes do modernismo a galera estava entulhada de dogmas e conceitos absolutos que as mantinham nos feudos determinados, hoje ninguém sabe o feudo de ninguém, mas se você quer mesmo entrar no frenesi social, acabará sendo vassalo de uma ferramenta tecnológica. E aí voltamos para a mesma situation da globalização massificada.

Um dos pontos gostosinhos disso tudo é que graças a mesmice particular de cada um, sempre vai ter gente do contra. Gente tudodebom.com que vai pensar não em seguir o bloco do “Vamos utilizar a ferramenta” e, sim vai pensar pra que mesmo ele quer usar essa ferramenta. Afinal, queridas amigas, colegas e companheiras de luta tudo tem que ter um objetivo. E fico muito feliz de ter sido o gol para onde a magnânima Letícia chutou!

E vocês minha queridas do corpinho hidratado, qual é o gol de vocês?

Pensem sobre isso, mas pensem com a raiz, afinal, a vida é curta.

Se joguem!

Agradecida

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